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Dodge Durango V6 3.6, foto 1
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Dodge Durango V6 3.6

Para se dar bem no seleto segmento dos utilitários-esportivos premium de sete lugares, ele tem um atraente pacote tecnológico de conforto e segurança.
disponível
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Descrição detalhada de um produto

Modelo tem estilo que mistura elegância e esportividade, com cromados espalhados por toda a carroceria e grade em forma de cruz (Marlos Ney Vidal/EM/D.A Press)
Modelo tem estilo que mistura elegância e esportividade, com cromados espalhados por toda a carroceria e grade em forma de cruz

Trata-se de um fato que acontece com frequência no Brasil: a montadora demora tanto tempo para trazer um modelo produzido no exterior que quando ele desembarca aqui já tem outro novo lá. Com o Dodge Durango não foi diferente. A Chrysler fez o lançamento (oficial) do modelo 2013 no mercado em março e, nesse mesmo mês, lançava o 2014 no Salão de Nova York. Portanto, o modelo atualmente vendido aqui não passou pela pequena reestilização (da frente e traseira, incluindo faróis, lanternas, para-choques etc.), não tem câmbio automático de oito velocidades, painel com tela de 8,4 polegadas nem quadro de instrumentos renovado. O novo Durango só chega no segundo trimestre de 2014.

Saiba mais…
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AMERICANÃO Produzido em Detroit, nos EUA, o modelo é um típico utilitário americano. A frente tem a grade característica dos Dodges, com aquela enorme cruz e cromados por todos os lados. Destaque para os faróis com luz de xenônio de duplo refletor. A barra cromada em baixo reforça o estilo elegante. Mas a frente é muito baixa para um utilitário-esportivo com tração integral, o que poderia ser um convite para um fora de estrada, mesmo que seja leve. De perfil, há cromados em toda parte: soleira, fechaduras das portas, capa dos retrovisores, barras no teto e nas enorme rodas de liga, que têm um certo ar de tuning. Na traseira, chamam a atenção as linhas que misturam elegância (reforçada pela barra cromada acima da placa) e esportividade, as lanternas com formato horizontalizado e o defletor de ar no teto.

CABE ATÉ A SOGRA Um dos problemas do Durango dá para ser percebido de cara: as suas generosas dimensões externas. Na estrada e na hora de transportar a família, é uma beleza, pois há espaço de sobra para quase todo mundo. Na segunda fileira de bancos, viajam com conforto dois adultos, pois quem senta no meio é incomodado pelo apoio de braço embutido no encosto e pelo formado do assento. Já a terceira fila acomoda bem dois adultos de até 1,70m, mas a entrada é um pouco complicada. O porta-malas tem boa capacidade quando se usam apenas as duas fileiras de bancos. Com sete ocupantes, ela cai bastante (272 litros) e se limita a duas malas. Detalhes interessantes: a tampa traseira tem abertura e fechamento automático (com aviso sonoro); e há uma lanterna com luz de LED embutida na parede do porta-malas, que pode ser útil numa troca de pneu à noite. Estepe fica do lado de fora.

Na traseira, chamam a atenção a barra cromada que une as lanternas e o defletor de ar no alto da tampa (Marlos Ney Vidal/EM/D.A Press)
Na traseira, chamam a atenção a barra cromada que une as lanternas e o defletor de ar no alto da tampa

DESAJEITADO Mas esse abundante espaço interno custa caro na hora de rodar no trânsito urbano, onde quase tudo é apertado. É difícil encontrar uma vaga, assim como colocar o Durango nela. Ainda bem que o motorista conta com o auxílio dos sensores e da câmera de ré, imprescindíveis nesse carro; e o modelo tem um diâmetro de giro pequeno, o que ajuda bastante na hora de entrar e sair de locais apertados. A posição de dirigir é excelente e fácil de ser encontrada, pois existem regulagens elétricas do banco do motorista e da coluna de direção e duas memórias (que incluem rádio, banco e retrovisores), o que facilita quando o carro é dirigido por motoristas diferentes.

Está mais para um crossover
Apesar da tração integral, Durango tem pouca altura do solo e é melhor no asfalto

O interior tem acabamento de qualidade e mistura as cores preta (na parte de cima do painel e dos painéis de porta, no console e no volante) e bege (revestimento de couro dos bancos, parte de baixo do painel de instrumentos e das portas e no console), contrastando com detalhes imitando madeira (faixas centrais do painel e painéis de porta) e metal (volante, saídas de ar, aros dos instrumentos do etc.). O pacote de conforto é bom, mas deixa de fora o GPS integrado ao sistema multimídia e o fechamento dos vidros quando se aciona o alarme. Destaque para o DVD no teto, com dois headphones sem fio, que torna mais agradável a viagem dos passageiros dos bancos de trás. A lista de segurança é completa e os controles de tração e estabilidade são bastante úteis num utilitário alto e pesado como esse.

RODANDO O motor V6 3.6 Pentastar é adequado para a proposta familiar do Durango. Seus 286cv são aproveitados de forma bem razoável, pois ele mostra fôlego nas ultrapassagens e roda macio quando se quer passear e apreciar a paisagem. O câmbio automático está bem dimensionado e as trocas são suaves. Mas as respostas são um pouco lentas, mesmo quando se recorre ao kick-down (ato de pressionar a fundo o pedal do acelerador para reduzir marchas); e falta a opção de troca manual junto ao volante (só tem na alavanca). O consumo é proporcional ao tamanho (5,07m de comprimento por 1,80 de altura e 1,92m de largura) e peso (2.312 quilos) da “criança”: em estrada de pista dupla com pouco movimento, dois adultos e ar ligado, o computador de bordo registrou o pico de 8,9km/l. A suspensão é um pouco macia demais e não absorve bem as irregularidades do piso.

Painel de instrumentos tem acabamento nas cores cinza e bege, com detalhes no centro imitando madeira (Marlos Ney Vidal/EM/D.A Press)
Painel de instrumentos tem acabamento nas cores cinza e bege, com detalhes no centro imitando madeira

AVALIAÇÃO TÉCNICA
ACABAMENTO DA CARROCERIA
A qualidade da pintura é boa, mas o para-lama dianteiro direito apresenta imperfeições. As quatro portas têm pontos com desnivelamento entre si e a carroceria. O capô está desalinhado com a base da coluna A no lado direito e no para-lama esquerdo. REGULAR

VÃO DO MOTOR
O V6 preenche bem o vão, sendo limitado o acesso na parte posterior e nas laterais. O capô é sustentado por mola a gás e tem bom ângulo de abertura. O resultado do isolamento acústico em relação ao habitáculo é muito bom, assim como o isolamento térmico. O vão tem aspecto organizado e limpo e os itens de verificação constante têm fácil identificação e manuseio. POSITIVO

ALTURA DO SOLO
Não foram observadas interferências com o solo, apenas leves raspadas na aba plástica inferior do para-choque dianteiro em algumas situações. Com carga de 500kg e trafegando com prudência sobre piso irregular usual, ele passa bem. O veículo não tem chapa protetora inferior. REGULAR

(Marlos Ney Vidal/EM/D.A Press)

CLIMATIZAÇÃO
O sistema é automático digital e funcionou bem. O painel tem seis difusores de ar, sendo dois na extremidade do console central e quatro no teto que proporcionam em pouco tempo a sensação de conforto no habitáculo. O condutor e o passageiro da frente têm a opção de regulagem diferenciada de temperatura. A caixa de ar tem sete velocidades e o sistema está bem vedado. POSITIVO

EMILIO CAMANZI TAMBÉM TESTOU O DURANGO, VEJA:

FREIOS
Os conjuntos dianteiro e traseiro estão bem dimensionados para o peso do veículo e a motorização. Em frenagens fortes na entrada de curvas, com o veículo em alta velocidade, não ocorre o afundamento exagerado do eixo dianteiro e a desaceleração é eficiente e linear. O ABS tem ótima sensibilidade, assim como o pedal de freio. O freio de estacionamento é acionado por comando a pedal e atuou normalmente. Depois de uso mais severo em longa descida sinuosa, a resistência térmica foi satisfatória. POSITIVO

CÂMBIO
O conjunto tem opção de uso manual sequencial só na alavanca principal. O sistema de tração 4x4 integral auxilia bastante no handling. As trocas são suaves e com boa rapidez. O quadro de instrumentos tem display de bom tamanho, informando a marcha e o modo selecionados. POSITIVO

Todos os sete lugares têm apoios de cabeça e cintos de três pontos (Marlos Ney Vidal/EM/D.A Press)
Todos os sete lugares têm apoios de cabeça e cintos de três pontos

MOTOR
Com carga e ar-condicionado ligado, o motor ainda rende bem e a perda na performance é pequena. Ele é elástico e o seu funcionamento, silencioso e sem vibrações. As retomadas de velocidade e aceleração são boas e proporcionam uma dirigibilidade prazerosa e segura. As curvas de potência e torque são muito boas. POSITIVO

VEDAÇÃO
Boa contra água. POSITIVO

NÍVEL INTERNO DE RUÍDOS
O efeito aerodinâmico é bem contido, mesmo em alta velocidade. Os pequenos ruídos no habitáculo surgem ao trafegar sobre piso de paralelepípedo, asfalto ruim e terra. REGULAR

SUSPENSÃO
O conforto para um utilitário dessa dimensão, peso e motorização é razoável. Há transferência das imperfeições em algumas condições de piso. A estabilidade é boa, mas limitada numa condução mais agressiva, na qual os eficientes sistemas eletrônicos de tração e estabilidade intervêm com eficácia. REGULAR

DIREÇÃO
A precisão na reta e em curvas agrada. O conjunto tem boa resposta e sensibilidade em rodovias, com o veículo em alta velocidade. O diâmetro de giro é razoável para as dimensões do conjunto roda/pneu (265/50R20) e a velocidade do efeito retorno, aceitável. O conjunto apresentou nível baixo de ruídos em curvas sobre piso irregular. POSITIVO

Ar-condicionado é de três zonas e sistema multimídia não contempla a navegação (Marlos Ney Vidal/EM/D.A Press)
Ar-condicionado é de três zonas e sistema multimídia não contempla a navegação

ILUMINAÇÃO
O quadro de instrumentos tem fácil leitura e iluminação permanente. Os faróis apresentam bom resultado em iluminação no baixo/alto. Há luzes de cortesia no porta-luvas, para-sóis, zona dos pés do condutor e passageiro e porta-malas. No teto, há três sessões com lanternas, todas com duplo spot integrado, sendo a central e a posterior móveis. O porta-garrafas do console central, maçanetas e porta- trecos das portas dianteiras têm iluminação. POSITIVO

ESTEPE/MACACO
O estepe está acondicionado sob o porta-malas, em suporte basculável, e tem roda em aço e pneu (245/65R18) diferente dos de uso. A operação de troca não é simples nem limpa. O acionamento do sistema de basculamento é por dentro do vão de carga. NEGATIVO

LIMPADOR DO PARA-BRISA
A área varrida no para-brisa por palhetas de boa qualidade é ótima, assim como o funcionamento dos esguichos (do tipo spray em V), que têm excelente abertura e vazão. No vidro traseiro, o sistema de limpeza é eficiente também, com campo de visão razoável. O acesso ao reservatório de água (que fica dentro do vão do motor) é fácil. POSITIVO

(Arte EM)

ALARME
Os vidros das portas dianteiras têm função um toque para descer/subir e o sistema antiesmagamento atuou com precisão. Existe proteção perimétrica das partes móveis, mas falta a volumétrica contra a invasão do habitáculo pela quebra dos vidros. Ao dar comando para travar as portas, os vidros não sobem automaticamente. REGULAR

VOLUME DO PORTA-MALAS
O declarado é de 490 litros (até o teto) e o encontrado (com a terceira fileira de bancos na posição normal e sem ultrapassar a cortina superior, e utilizando-se o fundo falso abaixo do nível da tampa superior) é de 272 litros.

www.danieltecnodan.com.br

(*) Avaliações do engenheiro Daniel Ribeiro Filho, da Tecnodan.

Clique para ampliar! (Arte EM)
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FICHA TÉCNICA
» MOTOR
Dianteiro, longitudinal, seis cilindros em V, 3.604cm³ de cilindrada, 24 válvulas, que desenvolve 286cv de potência a 6.350rpm e 35,4kgfm de torque a 4.300rpm

» TRANSMISSÃO
Tração integral e câmbio automático de cinco velocidades

» SUSPENSÃO/RODAS/PNEUS
Dianteira,

Informação para encomenda
  • Preço: R$159.000
Categoria do catálogo Negociol.com: Outros veículos e carrinhas comerciais em São Paulo
Criado: 08/06/14 17:41
Alterado: 12/05/17 12:06